Coragem
Enfrentam dificuldades com firmeza.
Força, direção, coragem e sabedoria da natureza
“Na firmeza da mata, a flecha encontra o caminho.”Okê Caboclo!
Os Caboclos e Caboclas ocupam lugar central na Umbanda. Representam força, direção, destemor e conhecimento das ciências da natureza.
A história da Umbanda está profundamente ligada a essa linha, cuja manifestação inaugural é associada ao Caboclo das Sete Encruzilhadas.
Em seus trabalhos unem firmeza, escuta, aconselhamento e ação espiritual.
Enfrentam dificuldades com firmeza.
Trabalham com matas, folhas, águas e outros campos naturais.
Ensinam foco, decisão e responsabilidade.
Colocam sua força a serviço do próximo.
Atuam com passes, banhos e harmonizações.
São ouvintes atentos e responsáveis.
O termo caboclo foi historicamente usado para designar o mestiço de branco com indígena. Na Umbanda, seu significado espiritual tornou-se mais amplo.
Nos primeiros tempos da religião, muitas entidades eram compreendidas como espíritos que haviam vivido entre povos indígenas. Depois, outros trabalhadores também passaram a adotar essa forma de manifestação.
A linha preserva forte simbolismo brasileiro, respeito à ancestralidade, à vida coletiva e aos ciclos naturais.
Podem apresentar-se como guerreiros, caçadores, feiticeiros ou justiceiros.
Realizam passes, descarregos, desobsessões, quebra de demandas, harmonizações e orientações sobre ervas e banhos.
Também trabalham com prosperidade e abertura de caminhos, despertando disposição e coragem.
Na TUCTVC, a Linha dos Caboclos ocupa posição de profundo respeito, tendo o Caboclo Tupinambá como guia-chefe da Casa.
Seus trabalhos são conduzidos com disciplina, caridade, acolhimento e responsabilidade mediúnica.
Nas giras e no desenvolvimento, a linha ensina postura, firmeza, respeito à natureza e compromisso coletivo.
Elevação, percepção e ancestralidade.
Preparação, firmeza e concentração.
Direção, corte e abertura de caminhos.
Limpeza, cura e equilíbrio.
Sabedoria, renovação e sustentação.
Presença, força e movimentação energética.
Não necessariamente. A forma espiritual também pode ser uma vestimenta fluídica de trabalho.
Não. Podem atuar com rios, cachoeiras, pedreiras, montanhas e outros campos naturais.
Cura, proteção, aconselhamento, limpeza, desobsessão e abertura de caminhos estão entre suas atuações.