Liberdade
Desapego de posses.
Liberdade, cura, experiência, descarrego e coragem
“Quem aprende com o balanço do mar não se perde na tempestade.”Trunfê, Trunfá, Trunfá, Reá, a Costa Marujada!
Reúnem espíritos ligados ao mar, aos rios, aos portos e à navegação.
Podem apresentar-se como marinheiros, pescadores, estivadores e capitães.
Representam coragem, sobrevivência, liberdade, desapego e experiência.
Desapego de posses.
Enfrentamento de tempestades.
Conhecimento de porto em porto.
Cuidados aprendidos nas embarcações.
Força da Calunga Grande.
Calma e alegria.
O material registra manifestações de Marinheiros antes da fundação oficial da Umbanda, em trabalhos de cura na Bahia no século XIX.
A linha nasce do arquétipo de quem navegou e conheceu muitos povos e culturas.
O balanço da incorporação não é embriaguez; simboliza o esforço de manter-se em pé em um navio.
Atuam em cura, aconselhamento, descarrego, quebra de demandas e desmanche de magia negativa.
A ligação com a Calunga Grande simboliza a limpeza profunda.
São regidos por Iemanjá, mas podem trabalhar com qualquer Orixá.
Na TUCTVC, o balanço é compreendido como linguagem de manifestação.
Os trabalhos seguem disciplina mediúnica e segurança.
A linha é respeitada por sua alegria, calma, cura e limpeza.
Transformação e limpeza.
Travessia e experiência.
Talismã de prosperidade.
Cor das águas.
Paz e equilíbrio.
Adaptação às ondas.
Não. Está ligado ao movimento das embarcações.
Iemanjá.
Cura, aconselhamento, descarrego e quebra de demandas.
Azul-claro ou azul e branco.